Terça
Sl 17,1-8 · 5/6
Sl 17(16),1-8
Súplica do justo
Exáudi, Dómine, iustítiam meam, inténde deprecatiónem meam; áuribus pércipe oratiónem meam non in lábiis dolósis.
Escutai, Senhor, a causa justa, atendei ao meu clamor; prestai ouvido à minha prece, que não vem de lábios mentirosos.
De vultu tuo iudícium meum pródeat; óculi tui vídeant æquitátem.
Da vossa face proceda a minha sentença, vossos olhos vejam a eqüidade.
Probásti cor meum et visitásti nocte; igne me examinásti, et non est invénta in me iníquitas.
Sondastes o meu coração, visitastes-me à noite; provaste-me ao fogo e não encontrastes malícia em mim.
Non tránsiit os meum in ópera hóminum; propter verba labiórum tuórum ego custodívi vias duras.
Minha boca não pecou como costumam os homens; pela palavra dos vossos lábios eu evitei os caminhos da violência.
Pérfice gressus meos in sémitis tuis, ut non movéantur vestígia mea.
Firmai os meus passos nos vossos caminhos, para que não vacilem os meus pés.
Ego clamávi, quóniam exaudísti me, Deus; inclína aurem tuam mihi et exáudi verba mea.
Eu vos invoco, ó Deus, pois vós me respondeis; inclinai o ouvido e escutai as minhas palavras.
Mirífica misericórdias tuas, qui salvos facis sperántes in te a resisténtibus déxteræ tuæ.
Mostrai as maravilhas do vosso amor, vós que salvais os que se refugiam em vós dos que se levantam contra a vossa direita.
Custódi me ut pupíllam óculi; sub umbra alárum tuárum protége me
Guardai-me como a menina dos olhos; escondei-me à sombra das vossas asas