Sexta
Deus justo Juiz II
Feliz o homem que educais, Senhor, e a quem ensinais a vossa lei,
para lhe dardes repouso nos dias maus, enquanto se cava a fossa para o ímpio.
Porque o Senhor não rejeita o seu povo, nem abandona a sua herança.
Pois o julgamento voltará a ser justo, e todos os retos de coração o seguirão.
Quem se levanta em meu favor contra os maus? Quem me defende contra os que praticam a iniquidade?
Se o Senhor não me tivesse socorrido, em breve a minha alma habitaria o silêncio.
Quando eu dizia: «O meu pé vacila», a vossa misericórdia, Senhor, me sustinha.
Quando se multiplicavam as angústias no meu coração, as vossas consolações alegravam a minha alma.
Acaso se alia convosco o tribunal iníquo, que forja a opressão em nome da lei?
Atentam contra a vida do justo e condenam o sangue inocente.
Mas o Senhor é a minha fortaleza, o meu Deus é a rocha do meu refúgio.
Ele fará recair sobre eles a sua iniquidade e os destruirá pela sua própria malícia; o Senhor nosso Deus os destruirá.