Nona
Oração do enfermo III
Quóniam ego in flagélla parátus sum, et dolor meus in conspéctu meo semper.
Pois estou prestes a cair, e a minha dor está sempre diante de mim.
Quóniam iniquitátem meam annuntiábo et cogitábo pro peccáto meo.
Sim, eu confesso a minha culpa e me aflijo pelo meu pecado.
Inimíci autem mei vivunt et confirmáti sunt super me, et multiplicáti sunt qui odérunt me iníque.
Os meus inimigos estão cheios de vida e são poderosos, e são muitos os que me odeiam sem razão.
Et qui retríbuunt mala pro bonis adversabántur mihi, quóniam sequébar bonitátem.
Os que retribuem o mal pelo bem me hostilizam, porque eu procuro o bem.
Ne derelínquas me, Dómine; Deus meus, ne discésseris a me.
Não me abandoneis, Senhor! Meu Deus, não vos afasteis de mim!
Inténde in adiutórium meum, Dómine, salus mea.
Apressai-vos em me socorrer, Senhor, minha salvação!